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Tecnoestresse é como podemos chamar o distúrbio que afeta o homem moderno. Conseqüência inevitável da vida moderna, o estresse foi considerado o mal dos anos 80, quando a tecnologia começava a dar seus maiores saltos. Atualmente, a noção de emprego mudou, as empresas tornaram-se mais exigentes, o trabalho aumentou e o estresse está lotando os consultórios médicos de enfartados, deprimidos, ansiosos e com dores em todo o corpo. Uma das principais causas de dores está relacionada com o uso da informatização; gerando má postura, sobrecarga física e horas excessivas de trabalho utilizando o computador. As regiões do corpo como coluna, mãos, braços, cotovelos e pescoço, são as principais vítimas do problema. Dor, formigamento, diminuição da força, limitação dos movimentos, estalos nas articulações e inchaço, podem ser alguns sinais do distúrbio. Todos esses problemas aliam-se a problemas psicológicos e afetivos, como o medo, a tensão e a ansiedade. Outro fator que contribui para o aparecimento do “tecnoestresse” é o sedentarismo, pois a persistência e a intensidade das dores acabam afastando os trabalhadores da prática de exercícios físicos. Como sentem dores ao fazerem determinados movimentos, acabam fugindo dos exercícios e tornam-se sedentários. Em suma, o excesso de trabalho aliado a problemas emocionais e sedentarismo, termina afetando grandemente o desempenho do trabalhador, fazendo com que se afaste de suas funções, tornando-se também um problema para o empregador e afetando grandemente sua auto-estima. Acredita-se que a maioria desses casos seja encontrada em trabalhadores que lidam com informática, mas qualquer trabalhador está sujeito a sofrer desse mal, tais como operários, cabeleireiros ou até mesmo dentistas e médicos. Um fator que geralmente não nos damos conta, é que o fato gerador do estresse é, na verdade o desejo do sucesso, a satisfação de mostrar o êxito no trabalho, de ser elogiado e admirado; é a necessidade de ser eficiente para ser bem remunerado. Na verdade, o que nos impulsiona para o sucesso financeiro pode ter efeitos nocivos em nossa saúde. Com certeza, o sucesso no trabalho somente será duradouro se mantivermos equilíbrio; isto é, que ele seja acompanhado de uma perfeita saúde física, mental e emocional. O papel do shiatsuterapeuta é atender a parte física, que desencadeia os outros fatores. Através do toque, identificando os pontos de tensão e fadiga, o terapeuta vai desfazendo os nódulos e liberando os canais de energia. Pouco a pouco, o corpo vai voltando a normalizar-se; as dores vão desaparecendo, refletindo também na auto-estima. Atualmente, grandes empresas estão investindo na saúde do trabalhador. Já contratam profissionais para atuar na prevenção desses males. A maioria implanta a Ginástica Laboral, que ajuda a estirar e aquecer os músculos trabalha a respiração e relaxa. Mais recentemente, as empresas estão contratando shiatsuterapeutas, que aplicam Shiatsu em cadeira ergonômica, com a duração de 15 ou 20 minutos. A vantagem do Shiatsu Laboral é que, ao contrário da Ginástica Laboral, que é um trabalho coletivo,o atendimento de Shiatsu é individual e o alívio é imediato. O desconforto desaparece e o trabalhador volta às suas funções com mais disposição, sendo, portanto, mais vantajoso para o empresário. Além das técnicas de prevenção proporcionadas pela Empresa, no próprio local de trabalho, o trabalhador deve buscar auxílio também por conta própria. Geralmente, quem sofre desse mal, precisa conscientizar-se que deve receber tratamento como um todo e não tratar somente o ombro ou cotovelo. O Shiatsu é uma terapia muito eficiente nesses casos, porque além da pressão em pontos e meridianos para restabelecer o fluxo da energia, utiliza bastante alongamento, propiciando um “encaixe” natural no desalinhamento das vértebras. Junto às terapias, precisa diminuir a carga horária, o esforço, ou mesmo variar o tipo de atividade que realiza; o trabalho deve ser considerado um prazer e não um mal necessário. Dizem os orientais que, quem não tem tempo para cuidar da saúde, terá que arrumar tempo para cuidar de sua doença. |
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| Principais Alvos do Tecnoestresse: | |
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F.1 - Ao movimentar repetidamente o braço, com movimentos de rotação e torção e esticando-o para pegar objetos ou atender ao telefone, poderá contrair uma epicondilite. Epicondilite é a inflamação do músculo epicondiliano no ponto em que ele se insere no osso do cotovelo, conhecido por epicôndilo. |
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F.2 - Epicondilite, bursite no ombro e tendinite. Bursite no Ombro: Todas as articulações, inclusive a dos ombros, são separadas por uma espécie de bolsa chamada bursa. Ela lubrifica e diminui o atrito entre os ossos, mas se inflama quando existe fricção ou força exagerada. Basta levantar os braços para sentir dor. Tendinite: Trata-se da inflamação dos tendões. Ela é causada, principalmente, pela repetição excessiva de movimentos. Dor, inchaço e vermelhidão são seus sintomas. Os mais atingidos são tendões flexores e extensores do punho e dos ombros. Síndrome do Túnel do Carpo: Quando a gente força demais o punho para baixo, a cavidade do túnel do carpo, canal por onde passa o nervo mediano, fica comprimida. O nervo fica todo apertado, o que provoca formigamento na mão. |
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F.3 - Cervicalgia e Lombalgia Cervicalgia: A dor na região cervical é causada principalmente pela tensão muscular. Como os músculos ficam contraídos por bastante tempo, o sangue não circula direito. Oxigênio e nutrientes não chegam lá e a conseqüência é muita dor. Lombalgia: O processo é semelhante ao da cervicalgia: a tensão muscular é a culpada da dor intensa na coluna. |
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Shiatsu para Tratar o Tecnoestresse |
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F.1 - Utilizando a cadeira ergonômica, com a técnica do polegar, pressionar os pontos da bursite. |
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F.2 - Pressionar o músculo redondo, com a técnica do polegar. |
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F.3 - Trabalhar a área cervical, pressionando três pontos em cada lado do pescoço. |
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F.4 - Aplicar a técnica do polegar ao redor da escápula, no músculo rombóide. |
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F.5 - Pressionar o ponto do cotovelo e local da dor cuidadosamente. |
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F.6 - Pressionar ao redor do punho, inspirar para diminuir a pressão. Repetir até aliviar a dor. |
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F.7 - Os locais assinalados mostram onde a dor se aloja. |
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F.8 - Paciente deitado, terapeuta aplica a técnica do polegar na escápula. |
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F.9 - Posição deitada, trabalhar o músculo redondo para tratar a bursite. |
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F.10 - Técnica do polegar para tratar a epicondilite. |
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F.11 - Pressionar tênar e hipotênar para tratar a síndrome de túnel do carpo. |
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F.12 - Com os dedos cruzados, pressionar cuidadosamente o local da dor até aliviar. |
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F.13 - A cervicalgia reflete-se também na coluna dorsal. Direcionar a pressão desde a cervical até a dorsal. |
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F.14 - Pressionar a região lombar, 3 a 5 pontos. |
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F.15 - Afastar os polegares e direcionar para o músculo lombar. |
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F.16 - Forma tradicional da terapia Shiatsu, usando a técnica do polegar. |
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F.17 - Com a técnica do cotovelo, liberar a tensão da cervical e lombar. |
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F.18 - Terapeuta bem equilibrado para aplicar pressão na lombar. |
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F.19 - Alongamento de pernas. |
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F.20 - Aplicar a técnica do polegar na região dorsal. |
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F.21 - Ao final da sessão, harmonia entre terapeuta e paciente. O resultado é completo relaxamento. |
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F.22 - Imagem ideal para trabalhadores estressados: férias e Shiatsu. Feche os olhos e deixe o Shiatsu tomar conta de você! |
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