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| Ilusão Perigosa Antigamente ser moreno não tinha uma conotação muito positiva, pois estava associado ao povo trabalhador, nomeadamente a pessoas que trabalhavam no campo de sol a sol. Todavia, atualmente, ter uma cor dourada é a ambição de muitas pessoas, de acordo com revistas de moda e de estética, tornou-se um símbolo de beleza. Para isso, muitos recorrem a banhos de sol, outros fazem sessões em camas de bronzeamento, e outros há que utilizam cremes autobronzeadores. Poucos sabem, no entanto, que este desejo, quando se transforma em obsessão, pode mesmo custar-lhes a vida. A “Tanorexia” é a e afeta, sobretudo, mulheres entre os 20 e os 30 anos. Trata-se de uma doença que faz com que as pessoas nunca estejam satisfeitas com o seu tom de pele e façam tudo, até mesmo arriscar a vida, para ficarem mais morenas. Além de exposições prolongadas ao sol, muitas vezes sem uso de qualquer protetor solar, abusam também de camas de bronzeamento, ignorando ao que se expõem. Além do envelhecimento precoce da pele, sofrem, muitas vezes, de queimaduras solares e câncer da pele, o qual mata 50 mil mulheres por ano, em todo o mundo. As jovens inglesas seguem à risca, a moda das celebridades extremamente bronzeadas, que colocam a sua saúde em risco. Ao tentarem ser parecidas com as estrelas, como o casal Beckham, muitas adolescentes têm-se submetido, em clínicas de beleza, a várias secções de bronzeado artificial por semana, quando o recomendado pelos médicos é no máximo uma. O comportamento, fruto da necessidade de aceitação entre grupos de amigas segundo especialistas, pode levar a casos de “Tanorexia”. A Associação Médica Britânica de Investigação Sobre o Câncer solicitou às clínicas que impeçam menores de 16 anos de se submeter a sessões em câmaras de bronzeamento. No Reino Unido, cerca de 100 pessoas morrem por ano como consequência direta dos bronzeamentos artificiais e muitas outras acabam por sofrer vários danos na pele. Como a terapeuta da beleza pode ajudar a cliente? A agressão à pele por efeito acumulatório, pode com o tempo acarretar em câncer de pele, por isso a importância da fotoproteção. Todos os corpos emitem ou refletem energia radiante, se a terra estivesse isolada no espaço, iria emitir radiação, perder energia térmica e resfriar. Como estamos perto do sol, o que a terra perde para o espaço é compensado pela radiação solar absorvida. Diariamente todos devem usar filtro solar, principalmente crianças e idosos, os homens também devem usar, pois a pele não tem sexo, mais o maior uso é das mulheres dos 15 aos 50 anos, o ideal é usar um filtro solar de 15 ou 20. Só 30% da população usam filtro solar diariamente, 70% não usam. Nós, profissionais de estética, temos um papel fundamental de esclarecer isso, à cliente e pedir que ela passe esta informação aos amigos, parentes como efeito formiguinha. Daqui alguns anos esta estatística diminuirá com certeza e quem sabe daqui uns cinco anos essa estatística será o contrário. Devemos preparar a pele da nossa cliente para esta agressão, fazendo banhos terapêuticos renovadores e aplicando gomage esfoliante, argilas como renovadores e clareadores, finalizando com cremes nutritivos e emolientes, para a pele não ser tão danificada pelo sol. Após essa exposição aplicar o mesmo banho terapêutico para renovar as células mortas, clarear as manchas e promover uma hidroumectação. |
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Cuidados com o Sol Cuidados |
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| Fotoproteção Protetor solar, filtro solar, fotoprotetor ou fotobloqueador. Use um protetor solar com fator de proteção solar (FPS) 15 ou mais alto sempre que você estiver ao ar livre, até mesmo para esperar um ônibus na rua. Ele pode reduzir a incidência da maioria dos tipos comuns de câncer de pele e diminuir o envelhecimento precoce da pele. |
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Escolha um protetor solar com ingredientes que bloqueiam tanto os raios ultravioleta B quanto os ultravioleta A. ANVISA recorre de decisão que libera câmeras de bronzeamento A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) recorreu da antecipação de tutela que libera o bronzeamento artificial a todos os membros da Associação Brasileira de Bronzeamento Artificial (Abba). O Tribunal Regional Federal da 4ª Região, no Rio Grande do Sul, havia concedido a liminar no dia 8 de janeiro. No dia 11 de novembro, a ANVISA proibiu em todo o país o uso dos equipamentos para bronzeamento artificial, baseado na emissão de radiação ultravioleta (UV), em clínicas de estética. A agência diz que a resolução segue pesquisas sobre câncer, ligadas à Organização Mundial da Saúde (OMS). Pesquisas científicas comprovaram que a emissão de raios ultravioleta aumenta os riscos de câncer de pele. A ANVISA, então, abriu consulta pública para que profissionais de saúde, fabricantes e a própria população pudessem opinar sobre o assunto. O câncer de pele corresponde a 25% dos tumores malignos registrados no país, de acordo com o Instituto Nacional do Câncer (Inca). Esse tipo de bronzeamento já estava proibido pela ANVISA, para menores de 16 anos e para jovens com idade entre 16 e 18 anos, que não apresentassem autorização do responsável legal. Ficaram de fora da proibição as câmaras de emissão de radiação ultravioleta destinadas a terapias médicas. |
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